Até quando vamos aguentar tanta impunidade no nosso país?
Publicado em 28 de fevereiro de 2026
Ontem publicamos um vídeo do músico Lucas Lima relatando a tentativa de assalto que sofreu enquanto estava dentro de um táxi em São Paulo.
No relato, ele conta que o criminoso se aproximou do veículo e tentou levar seu celular enquanto o carro estava parado. A ação foi rápida, assustadora e, infelizmente, cada vez mais comum nas grandes cidades brasileiras. Lucas saiu ileso, mas o susto e a sensação de insegurança permanecem.
E então fica a pergunta:
O que dá a alguém o direito de tomar aquilo que não lhe pertence?
Muitos comentam: “Ah, mas foi só um celular.”
Como assim “só”? Se não é seu, não pode ser levado. Não se trata apenas do valor do objeto, mas do medo, da invasão, da violência psicológica e do risco à vida. Hoje é um celular. Amanhã pode ser algo muito pior.
Grandes centros como São Paulo — e tantas outras cidades do país — enfrentam índices frequentes de assaltos. A população trabalha, paga impostos, tenta viver honestamente, mas convive diariamente com a insegurança.
A impunidade alimenta a repetição do crime. Quando não há consequências claras, a sensação é de que tudo continua igual.
O que pode ser feito para melhorar?
Essa é uma reflexão coletiva. Algumas medidas frequentemente debatidas incluem:
Reforço no policiamento preventivo e ostensivo;
Investimento em tecnologia e monitoramento urbano;
Políticas públicas voltadas à educação e oportunidades;
Leis mais eficazes e aplicação rigorosa das penalidades;
Participação ativa da sociedade na cobrança por segurança.
Segurança pública não é apenas responsabilidade de um setor — é uma construção conjunta entre governo, instituições e sociedade.
O que não podemos fazer é normalizar o absurdo.
Porque quando começamos a aceitar o “foi só um celular”, estamos, sem perceber, diminuindo o tamanho de um problema que é muito maior.
E você, qual a sua visão sobre isso?
Até quando vamos conviver com essa realidade?


