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Brasileira é presa na Coreia do Sul por perseguição a Jungkook, do BTS

Publicado em 4 de janeiro de 2026

 

 

 

Uma mulher brasileira foi presa em Seul, na Coreia do Sul, após ser acusada de perseguir Jungkook, integrante do grupo de K-pop BTS, segundo informações divulgadas pela polícia local e pela imprensa internacional.

De acordo com as autoridades sul-coreanas, a mulher, que tem cerca de 30 anos, teria comparecido repetidas vezes à residência do artista, localizada na região de Yongsan-gu, causando transtornos e violando as leis locais de combate à perseguição (stalking).

Ainda segundo os relatos oficiais, a suspeita já havia sido advertida anteriormente e existia uma medida restritiva solicitada pela equipe do cantor para impedir sua aproximação. Mesmo assim, ela teria retornado ao local, o que levou à prisão em flagrante.

Na Coreia do Sul, a legislação contra stalking é considerada rigorosa. Casos de perseguição, especialmente envolvendo figuras públicas, podem resultar em detenção e processo criminal, dependendo da gravidade e reincidência do comportamento.

O nome da mulher não foi divulgado pelas autoridades, seguindo os protocolos legais do país. A equipe de Jungkook e a BigHit Music (HYBE) não se pronunciaram oficialmente até o momento.

O caso reacende o debate sobre os limites entre admiração e invasão de privacidade, além dos riscos enfrentados por artistas que lidam com perseguições constantes ao redor do mundo.

A perseguição é crime e não representa o comportamento da maioria dos fãs, que acompanham seus ídolos com respeito e responsabilidade.

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